segunda-feira, 30 de maio de 2011

A minha versão do bolero....

"Eu pensei antes de dizer
Me arrenpedo muito sim, mas não estragarei minhas unhas por isso
As testemunhas foram as minhas acusadoras também
É, realmente eu vejo que esse crime não teve perdão.

Mas eu falei pra você pensar
E estava sim com o coração na mão
Como um refrão de um bolero
Eu fui não sincero como não pode ser

E um erro assim, tão vulgar
Me persegue a noite inteira
E quando acaba a choradeira
Ele consegue me achar

Na cama,
Em um local barato
Um cigarro no cinzeiro
E uma cara desmanchada
No espelho do banheiro

Tuas atitudes são labirintos
Que atraem os meus instintos mais sacanas
E o teu olhar e tua fala sempre distantes e dissimulados sempre me engana
Eu entro sempre na tua dança que não tem nada de cigana."


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